poema-poetisa Nilde Serejo

Papel em Branco

No papel em branco
Jogou tintas a solavanco
Foi batendo a palma da mão
Criando formas sem exatidão

No papel em branco
Fez as cores se unirem
Viajando na imaginação
Descobrindo nova expressão

No papel em branco
Ela despejou todo ressentimento
Destruindo a imagem que pintaria
Fez uma arte de momento

No papel em branco
Pintou cada espaço vago
Para esconder seus sentimentos
Deixou o papel ir embora com o vento.

Nilde Serejo

6 comentários sobre “poema-poetisa Nilde Serejo

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