Crônica: Poetisa Sandra Albuquerque

Crônicas da Comendadora

Dezoito anos

Dezoito anos, idade dos sonhos e desafios tanto para ele como para ela.Para ele,o alistamento militar-o qual vai decidir o seu pontapé inicial para o futuro e ‘servir ou não servir’ eis a questão.Para ela, o pensamento da liberdade em poder opinar junto aos pais ou a seus designados responsáveis.Porém,neste mundo caótico em que vivemos,onde o desemprego é o vilão da história, o jovem muitas vezes desanima e desiste de buscar o seu futuro brilhante ao deparar-se com o mesmo.Não deveria ser assim, pois enquanto há vida, há jeito.O jovem aprendiz está na pauta governamental, mas nem sempre funciona, pois nem todos alcançam.Se os jovens pensassem nisto cedo,talvez ,agora tivessem o preparo necessário para galgar novos espaços.A família exerce um grande papel neste sentido e deveria se conscientizar que a educação vem dela e os ensinamentos da escola e como nem sempre isso acontece os jovens usam e abusam do espaço escolar, às vezes até de vandalismo, ao invés de aproveitarem o momento precioso que têm e a escola atenta um entendimento com a famíliae,ainda,é ameaçada.
Mas vale a pena lembrar que dezoito anos é o começo de uma vida trabalhista e ainda há quem comece aos dezesseis e , portanto,comemore, pense em tudo e e comece a modelar a vida que você espera para você.

(Autora: Poetisa Sandra Albuquerque)
Rio de Janeiro 03 de Maio de 2021.
Direitos Reservados à Autora
Lei 9.610/98.

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